terça-feira, 28 de julho de 2009

A música e eu: Beautiful Day

Não sei explicar ao certo como foi o meu primeiro contato com Beautiful Day do U2... Mas lembro-me exatamente da sensação que invadiu a minha alma - aquela batida seguia o ritmo de meu coração até o momento em que o Bono começou: “The heart is a bloom, shoots up through stony ground / But there's no room, no space to rent in this town / You're out of luck and the reason that you had to care / The traffic is stuck and you're not moving anywhere. (…)”
Foi nesse momento que eu pensei “meu Deus! Que azar!” (e morri com a pronúncia do “luck” do Bono – é lindo a forma que ele fala as palavras que terminam em “ck”).
Continuei prestando atenção na letra – a má sorte vivida pelo eu-lírico chamou-me a atenção – até que veio o refrão, e eu percebi que, na realidade, a música nada mais é do que uma mensagem de otimismo. Tudo está desabando ao seu redor e você apenas pensa: “It's a beautiful day, the sky falls / And you feel like it's a beautiful day” - isso só podia ter vindo do U2...

A música prosseguia tocando e meu coração permanecia seguindo as batidas do Larry Mullen Jr., enquanto meu corpo se mexia aos sons do baixo perfeito do Adam Clayton e da poderosa guitarra do The Edge, e minha mente viajava na letra cantada pelo Bono... Mais uma vez, algo me chamou – ainda mais – atenção: “Touch me, take me to that other place / Teach me, I know I'm not a hopeless case” – dois versos: o primeiro extremamente sexy e ao mesmo tempo angustiado; o segundo... O segundo é a última cartada, todavia, é uma cartada cheia de esperanças.

Algum tempo se passou desde a primeira vez que ouvi Beautiful Day... Eu estava triste. Tudo estava dando errado. Sabe aqueles dias em que você só pensa: “queria morrer”?! Pois é, era um dia desses que eu vivia. Tranquei-me no quarto. Liguei o rádio. O locutor, então, disse:
- Agora eu vou tocar pra vocês Beautiful Day, do U2.
Aumentei o volume – deixei no último. As batidas, a guitarra, o baixo, aquela voz que gritava... Tudo entrava pelos meus ouvidos – e saia por minha boca, que também berrava! Berrava e chorava...
A música acabou. Senti-me leve.

No making of do vídeo dessa música, o Bono diz que Beautiful Day “é sobre um homem que perde tudo e não desiste”, Jonas Akerland – o diretor do vídeo – completa dizendo que eles filmaram “o ego alternativo do Bono, um tipo de cara que perdeu tudo, mas que ainda vive feliz”...
E assim tem sido desde que o U2 lançou o All That You Can’t Leave Behind – álbum que, segundo o Adam, traz letras menos poéticas e mais reais.
Se é menos poético, não sei, contudo é muito real... Para mim é real, pois é incrível como essa música aparece nos piores momentos da minha vida, me dá um tapa na cara e me diz: “What you don't have you don't need it now / What you don't know you can feel it somehow”...

E é por isso que eu escrevi este texto. Esse é o real motivo... Quando eu estou quase desistindo, Beautiful Day aparece (seja na TV, no rádio, na internet, na música ambiente do supermercado), para me lembrar que eu não sou um caso perdido...

“After the flood all the colours came out…
It was a beautiful day”



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Letra da música, aqui e tradução, aqui.
Making of do vídeo, aqui e vídeo, aqui.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Sinto falta...

Sinto falta do verão e de ver os sorrisos em seus lábios. Sinto falta de ver as suas bochechas corarem ao ouvir minhas bobagens. Sinto falta das nossas trombadas nos corredores e das tímidas trocas de olhares...

Sinto falta do calor do sol. Sinto falta das palavras desajeitadas que poderiam ter sido trocadas. E das nossas gargalhadas. Sinto falta dos abraços...

Sinto falta das rápidas tempestades... elas que nos afastavam eu que me fazia contar cada segundo de cada hora para te ver...

Sinto falta do verão... onde está você?!

sábado, 25 de julho de 2009

Força, Massinha!


Estou aqui torcendo para que o Massinha se recupere logo!
Força, Massinha!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Vampiros

Enquanto todas as minhas amigas se matam por Edward Cullen, eu "só" queria o vampiro Lestat

"Don't worry. I'll give you the choice that I never had"

(Lestat)

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Porque hoje é dia do amigo...


Brincadeiras a parte, eu quero aproveitar a data para agradecer a todos os meus amigos que me aturam quando nem eu mesma me suporto.
Amo todos vocês!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

O camelo em busca de um oásis*

Certa vez, um camelo desprevenido ficou cego numa tempestade de areia. Como não soubesse para onde ir, o camelo aguardou que algum animal se aproximasse para pedir-lhe ajuda. Apareceu, então, um escorpião branco, que, ao vê-lo, engrossou a voz para deixá-la como as dos camelos e lhe disse:

- Caro irmão, estás perdido?!

O camelo, que nada enxergava, lhe respondeu:

- Estava à procura de um oásis, quando veio a tempestade que me cegou. Podes me conduzir até lá?!

- Claro que sim! – respondeu-lhe o fingidor.

Caminharam ao longo das areias escaldantes por um tempo, até que o camelo passou a confiar em seu novo guia. Foi então que o inesperado aconteceu: o camelo sentiu uma ferroada em sua pata traseira e antes de morrer ainda ouviu o escorpião branco comemorar a sua primeira vítima de grande porte.

Moral da história: não confie em qualquer um, pois nunca se sabe com quem se está lidando.

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*Texto inspirado nas Fábulas de Fedro.

sábado, 11 de julho de 2009

A rainy day in Sampa...

I should have let you go
When I saw that
It was over in your eyes
What do I have to do?
To get rid of you
I'll be better on my own
Now I miss the sun
But as long as I'm with you
It's just another rainy day in London
(London - AJ McLean)


Gosto de dias chuvosos.
Eles são bons para viver momentos aconchegantes com a família, para ficar no quentinho da cama, acompanhada de um bom livro (ou de um bom sonho), para refletir...

A chuva me traz lembranças.
Algumas boas, outras nem tanto.
Penso em tudo o que já me aconteceu, nas inúmeras possibilidades de escolha, nas escolhas que fiz... Se foram certas ou erradas, não sei... É difícil avaliar quando ainda se tem muito a viver e pouco se viveu...

A chuva chega de mansinho e toma o seu espaço em minha vida...
Ela me faz perceber o que há momentos em nossa vida em que temos que nossa alma deve se fechar em nosso corpo, que nossa mente deve manter um pensamento reflexivo.

Reflito em dias solitariamente chuvosos.

E que venham as atitudes e o sol do verão!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

A escrita de agradecimento

Escrever em um blog é como subir ao topo de uma montanha e de lá gritar:
você sabe que a sua voz poderá ser ouvida
– ou não.
Que, ao ser ouvida, as pessoas podem simplesmente nada fazer
– ou reagir ao seu grito...
Que às vezes esse grito pode fugir do controle e gerar resultados
inesperados...


Quando eu escrevi o meu penúltimo post, não imaginava que ele teria a repercussão que teve. Um dos motivos que gerou esta surpresa foi o fato de eu não ter premeditado a escrita. O texto nasceu da minha alma, não da minha cabeça, como aqueles que em que eu me disponho a criar personagens e dar-lhes vida.

O texto do penúltimo post foi apenas o resultado de uma explosão de sentimentos, de angústia, de uma busca aparentemente sem resposta. Então me surpreendi quando as minhas amigas disseram que choraram lendo aquilo que escrevi. Essa nunca foi a minha intenção. Alias, eu não me acho uma super escritora (como as meninas dizem), então nunca imagino que sou capaz de fazer proezas como essa (de emocionar outrem com o que eu escrevo).

Minha primeira reação foi dizer/pensar: Mas, gente, não chore não! Contudo, lembrei-me do mesmo trecho do Mia Couto que eu citei no meu texto (“...chorar é um abrir do peito. O pranto é o consumar de duas viagens: da lágrima para a luz e do homem para uma maior humanidade. Afinal, a pessoa não vem à luz logo em pranto? O choro não é a nossa primeira voz?”*), e me senti feliz por saber que pude proporcionar a elas – ainda que sem querer – essa viajem de encontro “para uma maior humanidade”.

Enfim, escrevi tudo isso com um único intento: agradecer a todos que leem o meu blog!!! Obrigada por vocês ouvirem os gritos que dou do alto da montanha do meu coração!

Agradecimento especial à Nath (que escreveu no sub-nick do MSN: “Fê amiga, você é linda”, após ter lido o post), à Lari e à Ludi (que disseram que um dia eu serei uma escritora famosa), à Moni, à Sheila e à Dani (que comentaram o post) e à Sue, à Cah, à May, à Lyn e à Jess, que sempre leem as coisas que eu escrevo e me incentivam a continuar escrevendo. Amo todas vocês!

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COUTO, Mia. Os Machos Lacrimosos. In: O fio das missangas. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. Página 110.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Wake up Call

Porque a letra dessa música é mara!

Porque todo mundo já passou por isso!

Porque eu acho o vídeo* dessa música um dos melhores que eu já vi em toda a minha vida...

Porque eu achava que eu já havia visto quases todas as trocentas versões ao vivo que tem dessa música no youtube...

Porque eu quase morri quando achei a versão abaixo!



Wake up call
[Maroon 5; Composição: Adam Levine / James Valentine]

I didn't hear what you were saying
I live on raw emotion baby
I answer questions, never maybe
And I'm not kind if you betray me
So who the hell are you to say we
I never would have made it, babe

If you needed love
Well then ask for love
Could have given love?
Now I'm taking love
And it's not my fault
Cause you both deserve
What's coming now
So don't say a word

Wake up call
Caught you in the morning with another one in my bed
Don't you care about me anymore?
Don't care about me? I don't think so!
Six foot tall...
Came without a warning so I had to shoot him dead!
He won't come around here anymore.
Come around here? I don't think so!

Would have bled to make you happy
You didn't need to treat me that way
And now you beat me at my own game
And now I find you sleeping soundly
And your lover's screaming loudly
I hear a sound and hit the ground

If you needed love
Well then ask for love
Could have given love?
Now I'm taking love
And it's not my fault
Cause you both deserve
What's coming now
So don't say a word

Wake up call
Caught you in the morning with another one in my bed
Don't you care about me anymore?
Don't care about me? I don't think so!
Six foot tall...
Came without a warning so I had to shoot him dead!
He won't come around here anymore.
Come around here? I don't feel so bad...

I'm so sorry darling
Did I do the wrong thing?
Oh, what was I thinking?
Is his heart still beating?
Woah oh ohh

Wake up call
Caught you in the morning with another one in my bed
Don't you care about me anymore?
Don't care about me? I don't think so!
Six foot tall...
Came without a warning so I had to shoot him dead!
He won't come around here anymore.
Come around here? I don't feel so bad...

Wake up call
Caught you in the morning with another one in my bed
Don't you care about me anymore?
Don't care about me? I don't think so!
Six foot tall...
Came without a warning so I had to shoot him dead!
He won't come around here anymore.
Come around here?

I don't feel so bad (Wake up call!)
I don't feel so bad (Caught you in the morning with another one in my bed)
I don't feel so bad (Don't you care about me anymore?)
Care about me? I don't feel so bad.
Wake up call
Caught you in the morning with another one in my bed
Don't you care about me anymore?
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*Fui tentar ver esse video no youtube e ele disse que "Este vídeo pode ser impróprio para menores"... não entendi exatamente o porquê de ter que confirmar a idade para assiti-lo, já que ele passava normalmente na tv (e não me lembro de ver no dvd do maroon algo dizendo que contem cenas imprópias...)

terça-feira, 7 de julho de 2009

Cuando nadie me ve, puedo ser o no ser...

A veces me elevo, doy mil volteretas
A veces me encierro tras puertas abiertas
A veces te cuento por qué este silencio
Y es que a veces soy tuyo y a veces del viento...
(Cuando Nadie me Ve - Alejandro Sanz)


Tenho pensado muito sobre tudo o que venho vivido. No final do ano passado, concluí que 2008 havia sido um ano cheio de dificuldades e de aprendizados. Dele, saí mais forte e mais flexível também. Amadureci de fato.

2009 começou, e mais mudanças vieram. Pessoas chegaram, pessoas se mudaram, pessoas se foram... E isso tudo resultou em mais aprendizado para essa blogueira que vos escreve.
Os que me conhecem de outros carnavais sabem o quanto eu me apego fácil às pessoas e o quanto eu odeio despedidas. Acho que todos os encontros e desencontros dos últimos dias (é amiga que vai trabalhar em outro pólo, é ídolo que morre, é reencontro com as amigas de infância, amizades que nascem...) me deixaram reflexiva...

(...)

A vida é mesmo feita de momentos únicos. Hoje, ao ver as últimas homenagens ao Michael Jackson, fiquei pensando em como a gente “só dá valor quando perde”... E perdemos sem perceber. Perdemos a chance de dizer o quanto gostamos (ou não) de quem está ao nosso redor...
Fiquei pensando em como poder fazer isso. Como valorizar, como demonstrar aquilo que sinto pelas pessoas que me são tão especiais?! Minha família, meus amigos, meus professores, meus colegas de trabalho, meus educandos... Cada pessoa que torna a minha vida uma eterna escola em que aprender é necessário... Ainda não encontrei uma resposta...

(...)

De tempos em tempos sempre entro naquela crise de “o que eu estou fazendo por mim? o que estou fazendo pelo mundo?”. Acho que as férias têm me ajudado a refletir, a investir – mais uma vez – na busca por essa resposta (mais uma que não encontrei ainda).

Em um de seus contos, o escritor moçambicano, Mia Couto, diz: “...chorar é um abrir do peito. O pranto é o consumar de duas viagens: da lágrima para a luz e do homem para uma maior humanidade. Afinal, a pessoa não vem à luz logo em pranto? O choro não é a nossa primeira voz?”*

Foi ao ler este conto que percebi o que tenho feito por mim. Tenho sido mais humana. 2009 foi o ano em que eu chorei. Chorei o reencontro e a despedida. E me espantei por isso, porque sempre fui “a durona”. Por ser a mais velha, sempre me senti na responsabilidade de “segurar a onda” e dar o meu ombro amigo. Fazendo isso, acabava por esconder meus sentimentos. (Hoje o faço, mas de outra forma...)

No ano passado, comecei uma viagem de redescobrimento de mim mesma. Ao me despedir da Lari (minha amiga da Bahia que veio pra cá), chorei. Aliás, chorei como uma criança. Não me importei pelo fato de estar no terminal rodoviário da Barra Funda, que esse terminal estava lotado de gente, que meus amigos estavam rindo de mim (enquanto admiravam o fato de eu estar chorando). Chorei sem pudor, o choro sentido da saudade que viria e que se estenderia por mais um ano – até o próximo encontro.

Ao me despedir da Joyce, não consegui falar, só chorava. Foi a primeira vez que as pessoas que trabalham comigo me viram chorando. Acho que eles não esperavam. Todas as vezes que me emocionava, segurava o choro... Todavia, desta vez foi diferente, chorei...

Durante os últimos tempos, aprendi que não basta ser sincera apenas com as palavras, mas que as atitudes também têm o seu valor. Tenho certeza que as meninas só tiveram real dimensão do quanto elas são importantes pra mim, quando elas sentiram essa importância ao me ver chorar...

Aliás, outra coisa que não muda em mim é essa sinceridade. Às vezes a Evelyn diz que eu sou super sincera e que isso machuca... Mas essa é uma idéia que nasceu comigo, que me é intrínseca: antes alguém que diga uma verdade que doa, do que uma mentira que afague. Sou assim com as pessoas e gosto que elas sejam assim comigo também...

Te escribo desde los centros de mi propia existencia
Donde nacen las ansias, la infinita esencia

Hay cosas muy tuyas que yo no comprendo

Y hay cosas tan mias, pero es que yo no las veo

Supongo que pienso que yo no las tengo

No entiendo mi vida, se encienden los versos

Que a oscuras te puedo, lo siento no acierto

No enciendas las luces que tengo desnudos,

El alma y el cuerpo...
(Cuando Nadie me Ve - Alejandro Sanz)
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COUTO, Mia. Os Machos Lacrimosos. In: O fio das missangas. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. Página 110.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

O quarteto fantástico

Certa vez ouvi que "não há tempo ou distância que destrua uma amizade verdadeira". Acho que hoje comprovei isso. Muitas coisas aconteceram, o tempo passou (e como passou!), cada um dos meus amigos seguiram um caminho diferente: fizeram novos amigos, adquiriram novos conhecimentos...

Cê, Day, Susinha e eu

A vida nos afastou. Enquanto nos perdíamos (ou nos perdemos) em nossas rotinas diária, tínhamos (ou temos) cada vez menos tempo de passar tardes inteiras sentadas no chão, ouvindo música, comendo bolo (pipoca, ou o que encontrássemos); o número de vezes que íamos juntos ao cinema, ao shopping, às casas uma das outras foi rareando... até que passou a inexistir.

Todavia, não desistimos.
(Nunca desistiremos!)
Ainda há aquilo que une - e que também aparta - a todos: a internet! E foi por meio de e-mails/msn/orkut/etc que muitas das minhas amizades das antigas continuaram...

Há cerca de quinze dias, eu recebi um e-mail da Susinha. Ela nos convidava - a mensagem foi para Celina e para a Daiane também - para uma festa caipira...
Resposta vai, resposta vem; a saudade falando mais alto, eis que decidimos: vamos nos ver antes da festa! (Que será no sábado, dia 04)

E o resultado?!
Eu, besta, quase chorei quando vi nós quatro juntas de novo (acho que elas não viram e vão ficar sabendo quando ler! - nota mental: parar de ser sentimental!)...
Colocamos todas as fofocas em dia! Rimos tudo o que tínhamos que rir... e... marcamos dois novos encontros!!!!

Eu estou SUPER feliz. Senti que o tempo e a distância não conseguiu destruir algo que é muito maior: a nossa amizade!

Cê, Day e Susinha, acho que nem preciso dizer que eu amo vocês, né?! Aliás, diria mais: amo vocês e me orgulho de fazer parte desse "Quarteto Fantástico"! ♥