Sua vida é uma prosa calma, com uma leve pitada cinzenta de poesia. A dor, outrora visitante esporádica, agora mora consigo. O que fazer? Para onde ir?! Pergunta-se sem certeza de uma resposta concreta. Sair sem destino foi a única solução mais prática encontrada... Por que isso?! Porque andar por aí, ganhar o mundo, lhe afasta de todas as lembranças ruins.
Nessas andanças, encontram-se. A brisa refresca o calor escaldante e movimenta as escassas nuvens brancas no céu azul celeste. Sorriem. Os lábios cúmplices tentam esconder a angústia que ambos sentem... Para que contar o que se sente e espalhar mais dor?! Trocam poucas palavras, vocábulos fáticos, de quem tenta se encontrar ao se perder. Despedem-se.
Na volta para a casa, os problemas voltam à tona. Como? Quanto? Até quando?! Você quer voltar à calmaria do céu azul, da brisa e da vista daquele outrem de sorriso maroto que, você sabe – ainda que não queira admitir –, fez seu coração parar.
E parou. Parou seus pensamentos. Aumentou o seu desejo. Aquele sorriso, simples, frágil e sutil, lhe deu a paz que você tanto procurava. Como pode?! Ao se perguntar isso, você encontra a única certeza: pode, podendo! Esse é o inexplicável poder do amor.

Sem palavras Fê, simplesmente lindo!!
ResponderExcluirÉ verdade! Não adianta fugir dos problemas porque eles sempre estarão nos esperando...
ResponderExcluirBeijinhos
Lindas palavras, amiga. Ô bichinho estranho que é o amor, hein?! Mas eu adoro estar amando! Bjs e fk c Deus.
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