sexta-feira, 29 de julho de 2011

Um ano.

Há um ano, a menina teve que ajudar o menino que a achava “séria e sem graça” (palavras dele). Mal sabia ela que sua vida mudaria completamente depois daquele ato. Quando ele a chamou até a sua mesa, ela pensou: “meu Deus, ele nunca fala comigo, o que será que ele quer?” e se sentiu aliviada por saber que a solicitação se tratava de uma ajuda com o blog que ele precisava administrar e não sabia como. Bem, ela ama ensinar e o pedido fez com que ela abrisse o maior sorriso do mundo, mesmo sabendo que ele mal olhava em sua cara...

Desde então, a menina sempre esteve à disposição para ajudar o menino quando ele precisava. E ele, percebendo que a menina não era esse bicho de sete cabeças todo, começou a deixá-la se aproximar dele. 

E não é que o trabalho que ele desenvolvia foi um sucesso?! Todos elogiavam o menino, que sempre agradecia a menina. E a vida, sábia que só ela, se encarregou de fazer o resto... Tempo, vai tempo vem e não é que eles se tornaram grandes amigos? Amigos inseparáveis, daqueles que compartilham o que sentem, que se falam o dia todo (haja sms), que se querem bem, que sofrem quando veem o outro sofrer, que estão felizes quando veem o outro feliz, que apoiam as decisões, que pedem conselhos, que sentem saudades...

A menina e o menino mudaram depois que se conheceram. A menina diz que é uma pessoa melhor (a maior parte das pessoas não sabe, mas a pobre menina estava muito muito triste antes de se tornar amiga do menino). Já o menino, certa vez disse que a menina lhe devolveu o brilho nos olhos que há tempos não tinha...

E tudo isso começou há um ano, mas eles sentem como se já vivessem uma vida inteira juntos e sabem que têm mais uma vida toda inseparável pela frente. Um dando força para o outro, hoje a menina e o menino são mais fortes e assim seguirão; porque, deste modo, eles são felizes.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Studying English – dicas de sites

Oi gente!
Hoje resolve fazer um post para falar do estudo de Inglês como Língua Estrangeira (English as a Second Language – ESL). Por que um post assim?! Porque todas às vezes que comento que sou Bacharela em Letras, as pessoas me perguntam como estudar/melhorar a sua fluência/proficiência na Língua Inglesa. Este post é, portanto, uma das formas de tentar responder a esta questão. Hoje, quero recomendar alguns sites de que gosto. Com eles, dá para aprender muitas coisas online e de graça. Então chega de papo e vamos à lista!

Cambridge Online Dictionary – conjunto de dicionários da Universidade de Cambridge (Cambridge Press), disponível online. Para quem já consegue entender a língua escrita é ótimo. Você pode procurar a definição e a pronúncia (nas versões britânica e americana) do vocábulo em 7 categorias diferentes (Advanced learner’s, Essential British English, Essential American English, Learner’s, American English, Idioms, Phrasal Verbs). Você também pode baixar a ferramenta de busca e instalá-la no seu navegador (para isso, clique aqui). Disponível apenas na versão Inglês-Inglês.


Visual Dictionary Online Merriam-Webstern – uma alternativa para não usar a tradução é utilizar um dicionário visual. Para isso, basta procurar pela palavra ou sua categoria no site. Por exemplo, você pode procurar “dog” ou “animal”, para ver as mais variadas raças, a morfologia e/ou o esqueleto de cachorros. Além disso, o site também disponibiliza o áudio da palavra. Disponível apenas na versão em Inglês.


Confusing Words – Este site apresenta uma lista de palavras que costumam confundir as pessoas. Sabe aquelas palavras que têm sons parecidos, mudam poucas letras na grafia, e que têm seus significados totalmente diferentes? Pois estas são as confusing words. O site traz a definição do vocábulo e alguns exemplos, para ajudar a “desconfundir” a confusão! Disponível apenas na versão em Inglês.


English Express – é um dos meus preferidos. Blog e fórum que funciona como um guia para quem é curioso no idioma. Sabe aquelas expressões/palavras que a gente nunca faz a menor ideia de como é em inglês?! A probabilidade de ter no English Express é MUITO grande. (De todas as palavras que eu procurei, a única que não encontrei foi “travessa – no sentido de ruazinha”, que descobri ser “byway”). O bacana do fórum é que você pode interagir com outras pessoas que também estão estudando inglês. Além disso, o site é escrito em português, o que ajuda muito quem está começando.*


Inglês na ponta da língua – blog escrito por Denilso de Lima (e sim, eu NÃO errei o nome dele! Hehehe) traz várias dicas, principalmente de expressões idiomáticas. Acompanhar o Inglês na ponta da Língua é interessante porque a gente sempre aprende aqueles termos que os livros se esquecem de nos mostrar! Hehehe - O site é em português.


Tecla sap – site do tradutor Ulisses Wehby de Carvalho que esclarece as dúvidas dos estudantes mais curiosos, trazendo a tradução de expressões como “fazer a bainha da calça”, além do significado de gírias, abordar a gramática e os falsos cognatos. Ele é uma outra alternativa para quem quer descobrir como se fala determinada expressão/vocábulo em inglês - O site é em português.


TongueTilde – gosta de redes sociais? Então este é o seu lugar para estudar não só inglês, mas também outras línguas estrangeiras. Neste site você pode interagir com outros estudantes, assistir a vídeos e ler textos de nativos.


National Punctuation Day – pois é, às vezes eu penso: “Americanos são doidos! Comemoram o dia nacional da pontuação!”. O fato é que, doidos ou não, este site é muito útil para quem quer estudar um pouco das regras de pontuação em inglês (sim, elas são diferentes das regras da língua portuguesa).  O site é em inglês.


Bem, pessoal! Por hoje é isso! Espero que esta pequena lista ajude a todos que desejam se aventurar na língua de Shakespeare!

Xoxo
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*Você também pode conferir as versões para quem estuda outros idiomas: dicas de alemão, dicas de espanhol, dicas de francês e dicas de italiano.

sábado, 16 de julho de 2011

O que te faz sorrir?

Às vezes me pego me fazendo esta pergunta: o que me faz sorrir? 
Tenho pensando muito nisso e cheguei à conclusão de que não preciso de muito: estar com a minha família, com os meus amigos. Falar besteira. Ver as pessoas na rua. Fazer planos. Observar as árvores e os animais. Fotografar. Cuidar dos blogs. Escrever. Ajudar as pessoas ao meu redor. Ensinar. Aprender... 
Não preciso de muito para sorrir. São os pequenos estímulos que me empurram ao caminho da felicidade.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Caminhando.

Aproveitei que hoje o dia estava lindo e resolvi ir passear: encontrei a minha amiga, que saia do trabalho e andamos pelas avenidas conversando. É bom pode ver as pessoas e refletir despretensiosamente sobre a vida. Conversar sobre os outros é refletir sobre nós mesmos. Falar sobre nós mesmos é nos conhecer. Estar com a melhor amiga é um refúgio (ganhar olhares dos bonitões que passam é um deleite!). Poder rir, sem se preocupar... A isso tudo chamo ser feliz.

domingo, 10 de julho de 2011

Observando os escritos

Certa vez, uma colega de trabalho me perguntou por que meus blogs eram tão “pra baixo”. A resposta veio rápida e certeira: “escrevo sobre aquilo que sinto”. De fato é assim. Escrevo sobre o que martela mais na minha cabeça ou no meu coração (na maioria das vezes, o calo aparta em ambos). Digo nos blogs aquilo que é intrínseco, aquilo que quero gritar ao mundo, aquilo que me seca a garganta, aquilo que quero dizer e ser entendida (mas que se disser, não terá efeito algum)...

É claro que a observação feita me fez ligar o sinal de alerta, afinal, quem quer ser visto como alguém “pra baixo”? Por outro lado, ninguém é triste porque quer, ninguém é solitário porque deseja ser assim. A vida é feita de circunstâncias e – se tem uma coisa que venho aprendendo árdua e dolorosamente – nem tudo está ao nosso alcance/controle. Muitas vezes, dependemos de outras pessoas, de outras vivências, de outros lugares... E, nem sempre, essas pessoas/vivências/lugares correspondem às nossas expectativas. É quando nos damos conta disso que nos frustramos. 

Obviamente, cada um lida com a frustração de uma forma: uns gritam, outros xingam, outros se fecham em seu mundo, outros projetam a frustração no primeiro pobre coitado que vê pela frente, e eu me liberto das minhas frustrações escrevendo (há várias formas de expressar isso, mas é melhor eu não me atrever a tentar explicar, porque não sou psicóloga, psicanalista e/ou psiquiatra =P)... As palavras são as minhas lindas válvulas de escape; mas, mais do que isso, são minha estrada para a reflexão. Ao escrever, reflito sobre o mundo e sobre o impacto que ele tem sobre mim. Isso me dá forças pra juntar os caquinhos quebrados, colar o que ainda dá pra usar e seguir em frente.

Não queria parecer uma dessas pessoas chatas, depressivas, que quer 100% de atenção. Não queria deixar vocês, que gastam uma parte do tempo vindo aqui, com a impressão de que o mundo é “pra baixo” – pois sei que ele não é. O mundo é colorido, e cada vez que escrevo e posto meus “textos preto e branco”, minha vida ganha as cores do arco-íris, porque sei que vocês leem.

Por fim, quero encerrar dizendo que nada na vida é em vão – nem os momentos cinzas!

sábado, 9 de julho de 2011

I alone.

I alone love you
I alone tempt you
I alone love you
fear is not the end of this!
(I alone – Live)


Vejo a folha em branco e fico pensando em que escrever. Foram tantas sensações nos últimos dias. A melhor delas: deitar a cabeça no travesseiro e sentir a liberdade trazida pela paz de declarar livremente o meu amor. Sei que não nasci para amar, muito menos para ser feliz; entretanto, venho lutando bravamente nos últimos tempos contra isso. Nado descaradamente contra uma corrente que me arremessa sobre os rochedos que insistem arduamente em me lembrar de que sou sozinha. Só sigo, de cabeça erguida porque sei que você está ao meu lado... Ah! Quantas sensações nos últimos dias! Apesar das baixas temperaturas lá fora e da longa distância que nos separa, sentia seu calor me aquecendo. O calor dos sonhos que construímos juntos – sejam os sonhos das horas em que estamos entregues a Morfeu, sejam aqueles que temos com as janelas de nossas almas abertas. Você sempre me acarinha. Seu amor me esquenta. As gargalhadas das nossas crianças enchem minha alma de alegria... Sei que nasci para ser sozinha. Não o nego. Assim como não consigo ignorar o quanto você me faz bem. É paradoxal essa vivência... Pensando friamente, é insano. Mas quem disse que quero pensar?! Quero sentir. Quero te sentir aqui, no meu coração. Isso é tudo, isso basta... Isso basta para alguém que nasceu para a solidão.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Eles


Ele disse “eu te amo” em mais de 3 línguas. Ele escreveu poema. Ele a fez sorrir. Ele teve paciência. Ele segurou em sua mão. Ela tentou retribuir. Ele disse que não precisava. Ela se sentiu amada...

Memórias de Banco Escolar, Facebook e o reencontro.

No começo do ano, a professora Dinéia Hypolitto lançou o desafio: Escrever as minhas memórias de banco escolar. A ideia deste estágio é que os alunos do curso de Formação de Professores possam refletir a educação por meio da vivência como aluno. Nós, professores ou não, carregamos muito daquilo o que vivemos em ambiente escolar para a nossa vida. Escrever as Memórias passou, então, a ser um momento de autorreflexão: o que impactou na minha vida? Como era a escola em que estudei? Os professores estavam mais para tradicionais ou estavam alinhados com os novos pensadores? Como foi a transição da escola para seguir as Leis de Diretrizes e Base de 1996? 

Quanto mais contava com foi a minha vida na escola (desde antes de entrar nela, até a universidade), mais me lembrava de coisas... E mais o desespero batia: faltava uma semana e eu mal havia acabado de escrever sobre o ensino fundamental. Bem, parti para os fatos que eram indispensáveis e deixei os “adendos” para depois. Assim, aos 45 do segundo tempo – leia-se duas horas antes do prazo final da entrega – terminei a redação (que acabou ficando sem a revisão merecida) e parti para a universidade, rumo à gráfica para impressão e encadernação.

Chegando à universidade propriamente dita, levei um susto: ao observar a pilha de memórias na bolsa da professora, a minha era – de longe – a maior: 121 páginas. Mas o melhor, foi a cara da professora quando entreguei o texto. Seus olhos brilharam com o sabor da curiosidade para descobrir o que estava ali escrito.

Durante o processo de escrita das Memórias, revivi muitas coisas (“recordar é viver”, como diz a sabedoria popular) e pude compreender que passagens da minha vida que considerava insignificantes tinham, na verdade, muito significado. Entretanto, as Memórias ali escritas foram redigidas a muitas mãos, muitas conversas. Quanta coisa não relembrei conversando principalmente com a Celina e com a Luzia?! Fantástico tudo isso! E, mais fantástico ainda foi o que aconteceu em uma das conversas com a Lu: a ideia para criar um grupo no facebook para todas as pessoas que estudaram conosco. Em 25 minutos, 25 pessoas. Dias depois, passamos dos 60. Hoje, estamos em 88. Entre nós, duas professoras: Yolmar, de língua portuguesa, da 4ª série; e a professora Rosa, de geografia, das 5ª, 6ª e 7ª série! Daí foi só festa: amigos se reencontrando, pessoas se perdoando das picuinhas passadas, todo mundo se atualizando da vida de todo mundo, reunião de fotos das antigas (quanta risada!), pessoas que nem se falavam criando laços... E, é claro, a ideia de todos se reencontrarem, aproveitando os 10 anos de formatura!

Aproveitamos que a escola estaria aberta no último dia 02, para oficinas culturais, e tentamos marcar um encontro. No final das contas, acabamos desencontrando – “só” vi a Day por lá – mas, foi ótimo retornar ao lugar que ocupou a maior parte das minhas boas Memórias!

Chegando lá senti uma sensação esquisita – que foi compartilhada pela Day e pelo Danilo – a escola estava muito pequena... ou melhor, a gente estava muito grande para a escola. As lembranças que povoavam a minha (nossa) mente eram de um espaço físico muito maior. Como a própria Day me disse: “a gente brincava de mãe da rua e a impressão que eu tinha é que a gente corria tanto... olhando hoje, a distância é tão curta”... 

Como cheguei e estava sozinha na escola, segui a plaquinha que dizia que a professora Rosa estava no laboratório de informática e fui até lá. Foi tão bom reencontrar a professora! Quanta saudade dos cadernos de mapa e dos trabalhos culturais!!!! =) 

Eu e a professora Rosa Simão - na época, ela foi minha professora de geografia; atualmente, ela leciona para a EJA e é responsável pelo laboratório de informática da escola.
Da sala de informática, a professora Rosa fez questão de andar comigo pela escola e apresentar a ex-aluna que vos escreve para os novos professores. No meio do caminho, acabamos nos encontrando com a professora Zezé, de história (5ª, 6ª e 7ª série). E bem, pausa dramática... A Zezé foi a responsável pela minha primeira nota baixa. Fiz um desenho que ela não julgou ser bom... Ok, ok. Admito que não sou boa desenhista, mas a aula era de história, não de educação artística, então, nunca engoli esse maldito NS que manchou a minha vida estudantil. Entretanto, se estava na chuva, tinha que me molhar, não é?! Lá fui eu falar com a Zezé e... não é que ela se lembrou de mim?! Não que ela tenha citado o meu nome, mas ela olhou e disse:
- Você é da turma de 96, 97, 98... Essa foi a época em que tivemos os nossos melhores alunos. Depois raramente tinha um aluno bom aqui, outro em outra sala... não era como na sua época em que tínhamos uma turma inteira boa!
Preciso dizer que fiquei passada?! Não, né?! No final das contas, foi bom reencontrá-la (Acho que depois desta, a mágoa pelo tal do NS até se foi... hehehe).

Eu e a professora Zezé. Ela me disse que este é o seu último ano na escola, uma vez que ela está prestes a se aposentar. Fiquei feliz por ter marcado a vida dela como professora e pelos elogios que ela me fez (ainda bem que ela não se lembrou do desenho horrendo!).
Foi bom estar de volta à escola que foi a minha casa por 8 longos e felizes anos. Espero poder voltar lá mais vezes – quem sabe, voltar como professora! Foi lindo poder ver que, na simplicidade, cada professor continua se esforçando para fazer daquele ambiente um espaço em que o processo de ensino e aprendizagem seja prazeroso aos seus alunos. Fico honrada por fazer parte da história da EMEF Cacilda Becker e me sinto feliz por saber que a Formação de Professores me fez procurar (e encontrar) todas essas pessoas novamente! Que esta seja a primeira de muitas visitas e que o encontro de 10 anos de formatura saia mesmo do papel!

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PS: Recado para as meninas que estudaram comigo: algumas coisas podem ter mudado, mas o banheiro continua O MESMO! hehehe

domingo, 3 de julho de 2011

NKOTBSB featuring Kevin Richardson

Kevin Richardson resolve dar o ar da sua graça (e que graça!) na apresentação da turnê do New Kids On The Block com os Backstreet Boys, de 1º de julho de 2011, em Los Angeles, para acabar com os pobres corações das viúvas de plantão (incluindo o meu). Sem mais.