“Homens não sabem o poder dos apelidinhos”. Quando a minha amiga, Karlinha, me disse esta frase ontem, no MSN, pensei na hora: isso dá um post!
Por que isso dá um post?!
Pelo simples fato de homens em mulheres sentirem os apelidinhos de forma completamente diferentes! Parece louco, mas eu explico:
Ele diz algo como: “Oi amor/querida/coração/vida/paixão/ou-qualquer-coisa-parecida”, numa tentativa de ser legal.Ela entende: “Meu Deus, ele me ama. Nos casaremos e viveremos felizes para todo o sempre, amém!”
Ok, pode parecer exagerado; mas, na maioria das vezes, é assim que a banda toca, Brasil! Enquanto ele foi simpático, ela pensa que ele está perdidamente apaixonado por ela.
É claro que também há o outro lado da moeda – era justamente sobre o que conversava com a Karlinha, quando ela me disse a frase filosófica que abriu este post.
Quando ele diz pra ela: “Falei com a Fê/Ca/Bru/Juju/ou-qualquer-apelido-que-caiba-aqui”, o que para ele é a coisa mais normal do mundo – afinal, TODO MUNDO a chama assim, não é mesmo?! – para nós, que não gostamos da tal cidadã, é a coisa mais dolorida do universo!
(custa chamar a dita-cuja mencionada pelo nome?!)
Não consigo entender exatamente o porquê de homens e mulheres sentirem os apelidinhos de forma diferentes. Como mulher, tento não me iludir todas às vezes que um amigo/parente/homem-em-geral me trata de forma carinhosa (repito comigo o mantra: ele só está sendo legal... ele só está sendo legal... ele só está sendo...); contudo, não podia deixar de escrever aqui sobre isso, e...
Atenção, homens! Pensem bem antes de usar um “apelidinho”, ele pode não ser tão “inofensivo” como parece!
