domingo, 30 de outubro de 2011

O culpado de tudo


Ontem estive na exposição “O culpado de Tudo”, sobre o poeta modernista Oswald de Andrade, no Museu da Língua Portuguesa. O que mais me chamou a atenção foi a forma como a vida do poeta foi apresentada ao público. Oswald e suas mulheres, Oswald e seus amigos... Estas relações e a sua forma de ver a literatura: antropofagia, política, poética! 

Abaixo, algumas fotos:
  
 

Quer ver mais?!
Então visite a exposição no Museu da Língua Portuguesa
Praça da Luz, s/nº
Bilheteria: de terça a domingo, das 10h às 17h. Museu: de terça a domingo, das 10h às 18h.
(Não abre às segundas-feiras)
Exposição: O culpado de tudo - de 27/09/2011 a 30/01/2012

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Sentimental


E no fim, o que nos resta, se não uma saudade dolorida daqueles que estão longe e que nos fazem sorrir com a lembrança daquele abraço longo e aconchegante? A saudade que nos diz ao certo que podemos contar com aquela pessoa a quem tanto amamos e que sempre esteve ali, pronta para nos fazer rir quando acreditamos já não ter mais força dentro de nós... O que nos resta, então, da nostalgia das conversas sem sentido que, de tão sentimentais, dão rumo às nossas vidas? O que nos resta dos momentos de sinceridade, da abertura dos corações que se perdem ao se encontrarem e que, ao se encontrarem, mergulham de cabeça no oceano que denominamos “amor”? O que nos resta quando a distância nos consome e nos assola o peito apertado, se não lágrimas do “te querer aqui comigo”? Rubem Alves diria que “a saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar”, então clamamos “volte” ou decidimos “vamos” e irredutíveis seguimos, para onde nossos corações quer nos levar!

domingo, 23 de outubro de 2011

Hi, my name is Fernanda Rodrigues...

...and I'm a Backstreet Fan!

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Keep the Backstreet Pride Alive! ;)

Howie, my dear, this is us! ;)
100 kisses :*

domingo, 9 de outubro de 2011

Reflexão

Nada é permanente, salvo a mudança. 
(Heráclito) 

Muita coisa vem acontecendo em minha vida. É estranho como do nada, tudo sofre uma reviravolta intensa. Este fim de semana foi de forte reflexão. O que quero para o meu futuro?! Venho pensando muito nisto.
Estes dois dias foram de resgate. Resgatei a minha essência, me perguntei “por que quis estar onde estou?”. Minha necessidade de compartilhar o que sei, minha luta pedagógica que insiste em acreditar que a educação integral promove a mudança, minha vontade de crescer na troca com o outro... Encontrei estas definições como resposta. 
Agora preciso saber se o caminho que sigo é o melhor. Preciso entender se esta estrada é a certa. Quero muito lutar por meus objetivos. Embora não esteja satisfeita porque ainda não consegui realizar o que queria, tenho certeza que se tiver a oportunidade, o farei. Enfim, sei que o futuro não depende exatamente de mim, mas também tenho clareza que minha consciência está tranquila...

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Desculpe se eu não sou perfeita

Carta aberta dedicada a todos a quem magoei, chateei, emburrei (ou quaisquer coisas do gênero) 
Hoje queria ser como esta árvore solitária. Penso que assim lhe traria menos problemas.

Hoje, quero me desculpar por não ser perfeita. Quero pedir perdão por não conseguir ser um milésimo daquilo que você (seja amigo, parente, vizinho, aluno, colega de trabalho/faculdade etc) pensava que eu era... Me desculpe por ser tão impaciente, por querer tudo perfeitinho mesmo sabendo que aquilo que é a perfeição para mim pode ser a imperfeição para você. Me desculpe por ser tão detalhista e exigir o pormenor do pormenor para a realização de qualquer tarefinha, por mais insignificante que ela seja. Me desculpe por pensar que tudo tem que ser do meu jeito. Me desculpe por me atrasar. Me desculpe por prometer ligar e não ligar. Me desculpe por acreditar ardentemente nas minhas ideias e defendê-las com o amor que (eu acho que) elas merecem. Me desculpe pelas atitudes retrógradas, pelo moralismo, por defender meus valores sem abrir mão do meu ponto de vista. Me desculpe por não ser madura. Me desculpe se não disputo o cargo de “a melhor”. Me desculpe se minha simplicidade parece forçada – juro que não é! - ... Me desculpe por ser tão sincera e dizer o que eu penso na cara, sem medir as palavras. Me desculpe por não aprender como de deve ser (ora guardo demais o que sinto, ora falo conforme os sentimentos surgem no coração). Me desculpe se sou sol, mesmo sendo a lua – o fato é que sou composta pelos opostos do mundo: não sei ser 8 ou 80... e nisto acabo sendo 8 e 80! Me desculpe se não aguento a pressão. Me desculpe por acreditar... Me desculpe por não ser liberal. Me desculpe por não querer ser como os outros... Aliás, me desculpe por não ser, mas por ser o sentir... E por falar em sentir, me desculpe por pensar ao extremo nas pessoas, por colocá-las em primeiro lugar sempre (mesmo sabendo, que muitas vezes, aquele era o meu lugar). Me desculpe por tentar aprender a me colocar em primeiro lugar e sempre acabar fazendo a coisa errada... Me desculpe por aquilo que todos chamam de “drama”, ou seja, por ser tão intensa ao sentir. Me desculpe por comprar brigas, por defender cegamente quem amo (muitas vezes sem pensar nas consequências disso). Me desculpe por ser infantil. Me desculpe pelo ciúme, pela chama ardente que exige ter quem amo ao meu redor incondicionalmente – mesmo sabendo que as pessoas que amo não dependem de mim. Me desculpe pelo medo de perder, medo que me sufoca e desatina a doer – demoro para conseguir o que tenho, transformo meu medo em minha valorização. Me desculpe por tentar agir como sua mãe, mesmo sabendo que você já tem uma que desenpenha muito bem este papel. Me desculpe por estragar tudo. Me desculpe pelas decepções, por todas as brigas, por todas as discussões... Enfim, me desculpe por toda a minha imperfeição e, principalmente, me desculpe por ser tão insegura e completamente dependente de você

PS: Assumir tudo isso não é uma tarefa nada fácil...